Governança de Imagem – Um papel estratégico (per)feito para as Agências

Governança de Imagem de Mercado

Mais que construir identidades, agências precisam tomar à frente da governança de imagem de seus clientes estratégicos

Agências com um perfil mais estratégico vão muito além de campanhas, materiais e eventos, elas definem identidades corporativas, e ajudam a lapidar a imagem de mercado de seus clientes. É assim que deveria ser.

Mas Agências não começam do zero, toda empresa já possui uma imagem de mercado quando elas chegam para começar o trabalho. É assim que as coisas funcionam.

Normalmente, essa imagem é o resultado involuntário e acidental de um coquetel de ações e interações que veio se formando ao longo dos anos, uma imagem crua, selvagem, que cresceu e se criou sem controle, sem direcionamento, sem um propósito.
Fazer um bom trabalho e torcer para que isso seja o suficiente para construir uma “boa” imagem, não costuma ser nada muito mais sofisticado do que isso.

Então a agência chega, monta um lindo projeto de Branding (ou Rebranding), executa, implanta, e transforma aquela imagem sólida, porém selvagem e rústica, em algo refinado, alinhado, repleto de propósito.

Antes de terminar o seu impecável trabalho, a Agência deixa um detalhado conjunto de guias e diretrizes, na esperança de que a Imagem Corporativa nunca retorne ao seu estado primitivo.

Porém, assim que a Agência vira as costas e a Imagem é novamente solta na natureza selvagem das interações de mercado com os clientes, a forma como a empresa é vista retorna gradualmente ao seu estado bruto e indomado.

Isso é particularmente verdadeiro no caso de empresas B2B, onde a Imagem Corporativa é fruto de interações muito mais complexas e diversificadas com um número relativamente pequeno de clientes, o que aumenta o peso e o impacto de cada interação.

Identidade x Governança

Desses cenários emerge o conceito de Governança de Imagem de Mercado, a compreensão de que a construção da identidade é apenas o tiro de largada para um processo contínuo e permanente de medição, avaliação e ação.

A Governança de Imagem entende que não é possível controlar cada interação da empresa com o mercado, mas é possível medir seus impactos e corrigir os seus resultados, puxando-a de volta para os limites da sua Identidade Ideal sempre que ela tenta escapar.

Isso é full time job, exige o entendimento de todas as dimensões da Imagem de Mercado, a habilidade de interpretar as reações e respostas do mercado ao que várias áreas da empresa estão fazendo, e a capacidade de desenhar, implantar e acompanhar ações de correção.

É só dar uma olhada nessa lista de tarefas para perceber que as Agências não são apenas os melhores candidatos a gerenciar esse processo. São os únicos.

As Agências querem desempenhar esse papel?

Se a Agência quer desempenhar um papel ainda mais estratégico, se ela quer uma presença constante dentro dos clientes, se ela gosta de receita recorrente, e se ela é simpática à ideia de gerar demanda para si mesma, deveria querer.

É claro que isso exige alguns elementos adicionais de metodologia e ferramentas adequadas de medição e análise contínua da Imagem de Mercado. Nada, porém, que esteja fora da evolução natural das Agências estratégicas.


Assumir a gestão da Governança de Imagem de Mercado dos seus clientes não é apenas algo que você quer fazer, é algo que você definitivamente não quer que outra Agência faça.


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