O desafio de mapear e converter em resultados a imagem de todo um ecossistema

Imagem de ecossistemas

Entender como cada um dos seus
canais e revendas
é visto pelo mercado é essencial.
Mas como implementar isso?

Mapear a imagem da sua própria empresa, interpretar os dados, realizar descobertas úteis, e transformar essas descobertas em resultados práticos, já é um grande desafio.

Agora, imagine que, tendo uma rede de canais, revendas e distribuidores, você quer fazer esse trabalho de mapeamento e analise de imagem com todo o seu ecossistema.

Ou seja, você quer descobrir como cada um dos canais é visto pelo mercado, e também quer ser capaz de agrupar e consolidar esses resultados por regiões, segmentos de mercado, perfis de parceiros, produtos, etc.

O que você, como gestor desse ecossistema, seria capaz de fazer com essas informações?

Veja três das principais aplicações práticas de um Mapeamento de Imagem de Ecossistemas:

1 – Melhorar o “match” entre clientes, projetos e canais

Um mapeamento de imagem de todo o ecossistema permite não apenas descobrir quais características positivas e negativas o mercado enxerga em cada revenda, como também entender quais desses elementos são mais valorizados por cada perfil de cliente.

Isso permite distribuir e organizar oportunidades e projetos não apenas por competências técnicas e histórico, mas também pelos “soft skills” de cada canal, o que reduz consideravelmente os atritos e aumenta as chances de um relacionamento duradouro na conta.

2 – Ajudar canais a identificarem gargalos de crescimento na base instalada

Uma das principais vantagens que um canal observa ao mapear a sua imagem de mercado é descobrir situações, cenários e contextos onde os clientes não consideram chamar esse parceiro, projetos que ele teria capacidade de atender, mas para os quais ele sequer é considerado.

Esses são limites não declarados que os clientes enxergam na capacidade de execução e entrega de qualquer empresa, e que funcionam como gargalos de crescimento dentro das suas contas.

Permitir que os próprios clientes tornem esses gargalos visíveis para os parceiros oferece a cada um deles a chance de mitigar e contornar essas barreiras, finalmente chegando a áreas, desafios e projetos que sempre estiveram silenciosamente fora do seu alcance.

3 – Identificar gaps de competências não técnicas no ecossistema

Atendimento, comprometimento, cobrança, conhecimento do negócio, flexibilidade, processos, proatividade, organização, equipe, agilidade, capacidade de escala, essas são algumas das competências não técnicas e soft skills que o mercado mais valoriza num parceiro, e que não podem mais estar fora do radar de um gestor de canais.

Enquanto cada revenda endereça suas limitações individuais, cabe ao gestor identificar grandes gaps dessas competências no ecossistema como um todo, ou em segmentos e regiões específicas, a agir para minimizar e compensar essas limitações estruturais.

Tudo isso permite otimizar a alocações de recursos e maximizar os resultados de todo o ecossistema, ao mesmo tempo que ajudamos cada canal a superar seus limites e desbloquear o seu potencial.

A pergunta é: como mapear a imagem de todo um ecossistema? Como obter dados da imagem de dezenas (ou centenas) de representantes junto aos clientes? E, mesmo que você obtenha esses dados, como consolidar essa massa de informações de forma que seja útil para a tomada prática de decisões?

O segredo está em manter o mapeamento de imagem de cada canal como um processo individual e descentralizado.

Ao mesmo tempo, a agregação, consolidação e análise dos dados do ecossistema como um todo são orquestradas e automatizadas.

Ou seja, cada canal coleta as suas informações de mercado e descobre a sua própria imagem individual, enquanto o fabricante obtém uma visão privilegiada de todos os dados coletados pelos seu ecossistema.


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